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LilySlim Weight loss tickers

76 kg falta apenas 1 kg
Q minhas asas alcancem meus sonhos

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

AGENDA CHEIA


10/10 15:15 Endócrino

11/11 18:30 Nutricionista

24/10 08:45 Ultra som

26/10 09:30 Cirurgião Vascular

27/10 13:40 Pneumologista

31/10 14:30 Cardiologista

05/11 09:00 Endoscopia/ Hemograma

01/11 07:00 Psicólogo

20/12 17:45 NOVA CONSULTA endócrino

08/02 08:40 gastro Ligia


Já aproveitei a festa e marquei Ginecologista 00/11 00:00 e Dentista 25/10 15:30
Dermatologista p filhota e maridão
oftalmo p Saah e neuro
Alergista tbm

Alimentação após a Cirurgia






Alimentação após a Cirurgia

Os primeiros dias de alimentação pós cirúrgica são específicos e devem ser seguidos para evitar algumas complicação.
As modificações ocorrem por fases: liquida, pastosa, purê, mole e consistência normal, mas deverá seguir de acordo com cada paciente.

Fase 1. Alimentação líquida restrita (7 dias)
Os alimentos estão na forma líquida (caldos), constituída de pequenos volumes, cerca de 100 a 150 ml, fracionados em 6 a 8 vezes ao dia, respeitando um intervalo de 2 horas entre as refeições. Os alimentos deverão ser tomados lentamente, demorando cerca de 40 minutos para ser ingerido.
A atenção especial nessa fase é a forma de ingestão dos alimentos, volume alimentar ingerido, fracionamento e preparo dos alimentos.
Essa fase é constituída de água, chá ervas, gelatina diet, sucos naturais coados, caldos, sopas liquidificadas, leite desnatado, vitaminas ralas, iogurte dietético sem pedaços.
Recomendações: Atenção na forma de ingestão dos alimentos – principalmente VELOCIDADE - e na hidratação, através da coloração da urina (urina escura pode ser sinal inicial da desidratação), sede e língua e boca secas.

Fase 2. Dieta Pastosa:
Esta fase caracteriza-se por consistência de sopa cremosa/pastosa.
Os alimentos da sopa deverão ser liquidificados e coados em peneiras fina e grossa, de acordo com orientação nutricional.
Nesta fase a quantidade a ser ingerida é a mesma da primeira semana, de 100 a 150 ml, de acordo com a tolerância do paciente.
Duração: 15 dias

Fase 3. Dieta de purê:
Inicia-se no final do primeiro mês de cirurgia e tem duração de 1 semana.
É uma sopa totalmente liquidificada e coada, onde ainda não existem pedaços de alimentos.
Essa fase é constituída de purês, pastas ou cremes, suflê, caldo de feijão, carne triturada ou moída, legumes ralados e sem casca.
Recomendações: Atenção na MASTIGAÇÃO, velocidade da ingestão dos alimentos e consistência.

Fase 4. Otimização da dieta, dieta branda.
Inicia por volta do 30º dia após a cirurgia. Os alimentos já estão próximos à consistência normal, mantendo-se a restrição à alimentos crus e com fibras.
Essa fase é constituída de alimentos na consistência normal, com tempo de cozimento aumentado, não se incluindo frituras.
Recomendações: Atenção quanto as escolhas dos alimentos ingeridos, optar por refeições nutritivas. Aplicar os conceitos da reeducação nutricional.
Tempo de duração: 1 semana


Fase 4. Adaptação final e independência alimentar:
Inicia com 1 mês e meio de cirurgia e evolui de acordo com as características individuais podendo iniciar-se um pouco antes ou um pouco depois. Dieta deverá ser normal, mantendo apenas o controle de volume e balanceamento nutricional.
As restrições alimentares serão em relação ao consumo de bagaços, sementes, cascas duras especialmente de verduras e legumes, alimentos como carnes duras, empanados e frituras.
Em geral deve-se procurar manter:
• Plano alimentar com seis refeições fracionadas ao dia, pequenos volumes e freqüentes.
• Mastigar muito bem os alimentos, alimentando-se ambiente tranqüilo e sem pressa.
• Ingerir líquidos somente entre as refeições, nunca durante, preferindo água ou água de coco.
• Não consumir doces e refrigerante
• Procurar equilibrar a dieta ao longo do dia.
• Parar de comer assim que sentir-se satisfeito.
• Praticar atividade física diária
Retornar ao acompanhamento sempre que solicitado.

PERGUNTAS FREQUENTES EM CIRURGIA BARIÁTRICA


PERGUNTAS FREQUENTES EM CIRURGIA BARIÁTRICA

Qual o peso ideal para operar?

Não há peso ideal para operar. Existe uma continha simples que pode ser feita para determinar o IMC (índice de massa corpórea). É esse índice que determina quem deve ser operado. IMC é igual ao peso dividido pela altura ao quadrado, e quem tem IMC maior que 40, normalmente tem indicação formal de cirurgia. Por exemplo. Uma pessoa de 98kg e 1,56 de altura:

IMC=98/(1,54 X 1,54), então o IMC é igual a 41,3

Essa pessoa tem indicação de cirurgia.


E se eu tiver IMC menor que 40, não posso operar?

Normalmente as pessoas com IMC menor que 40 não têm indicação de cirurgia, a menos que seja entre 35 e 40 e a pessoa tenha outras doenças graves associadas. Nesse caso cada paciente será analisado individualmente.


Como fica o estômago após a cirurgia?

O volume total do estômago fica reduzido para cerca de 40ml (um pouco mais que um copinho de café), e a alimentação obviamente não pode ter volume muito maior que esse em cada refeição.

O que vou comer depois da cirurgia?
Nas primeiras semanas a alimentação é exclusivamente líquida. Normalmente os alimentos habituais podem voltar à mesa após algumas semanas. Toda a orientação necessária será fornecidas pela nutricionista antes e depois da cirurgia.

Como vai ser minha vida depois de operado?
É uma grande mudança. Mudam os hábitos, muda o corpo, mudam as roupas. O paciente pode voltar a fazer esportes, já que diminuem as dores articulares. Portadores de diabetes e hipertensão arterial são muito beneficiados, chegando, inclusive a ficar completamente sem medicações. O tratamento cirúrgico da obesidade é, atualmente, considerado a única maneira de cura completa da diabetes do adulto.

Quanto tempo fico no hospital?
O procedimento normal demanda cerca de 3 dias no hospital, dependendo da evolução de cada paciente.

Qual o risco da cirurgia?
É um risco seguramente menor do que não ser operado. Um obeso mórbido tem uma chance estimada de 10 a 15 vezes maior de morrer de doenças diversas (hipertensão, diabetes, derrames, infartos, etc) do que um paciente operado. A chance de morrer nessa cirurgia não chega a 1%. O risco de ter complicações como trombose, infecções e fístulas é um pouco maior.

Porque são necessários nutricionista, psicólogo e endocrinologista no acompanhamento?
Antes da cirurgia o paciente é avaliado e estudado em todos os seus aspectos: metabólico, cardiológico, nutricional e psicológico. Os profissionais que acompanham o paciente têm a função de manter sob controle as mudanças que ocorrer no corpo. Por exemplo: a nutricionista orienta a melhor dieta em cada período após a cirurgia; o endocrinologista facilita a adaptação do corpo aos novos níveis de hormônios, glicose, etc. A psicóloga ajuda o paciente a se entender com seu novo corpo e a se adequar às novas maneiras de se relacionar com as pessoas. Imagine que em um mês o paciente pode chegar a mais de 20Kgs de perda ponderal. É uma velocidade de perda de peso muito rápida e o impacto nas relações sociais, metabólicas e alimentares precisa ser gerenciado.

Como funciona o grupo de apoio?
Após a cirurgia o paciente será acompanhado por um grupo de apoio, não só de profissionais de saúde, mas também terá contato com outros pacientes operados. Compartilhar as opiniões e experiências sobre esse novo modo de ver e viver a vida faz crescer muito. Aumenta a auto-estima, e eventualmente ajuda a conviver com alguma complicação da cirurgia. Muitas vezes é muito mais fácil aprender sobre uma situação com quem já viveu, do que com um médico ou nutricionista. Eventualmente os pacientes devem comparecer a uma reunião do grupo, onde estarão membros da equipe multiprofissional e pacientes já operados e os que ainda aguardam a cirurgia.


Eu vou ficar flácido após a cirurgia?

Sem dúvida! Qualquer pessoa que perca em torno de 40% do peso inicial – que é o que se perde normalmente após a cirurgia - fica flácido, com a pele caída, principalmente no abdome, pernas e braços.


Quando posso fazer plástica para corrigir isso?

Em torno de 1 ano e meio ocorre a estabilização de peso, ou seja a pessoa para de emagrecer. É nessa época que se pode começar a pensar em cirurgi

Capella ou Bypass (Cirurgia Bariátrica Mista)




Capella ou Bypass (Cirurgia Bariátrica Mista)



A cirurgia Mista, Capella ou Bypass gástrico é o método de “redução de estômago” mais utilizado no mundo. Tipo de cirurgia restritiva ou disabsortiva reduz o volume do estômago e o conecta ao intestino. Uma parte do estômago e do duodeno fica isolada da passagem do alimento, o que ajuda o processo de emagrecimento.




O que é IMC?

É a sigla para Índice de Massa Corpórea, que é obtido através do seguinte cálculo: IMC = peso ÷ (altura X altura).



Como é realizada a cirurgia de Bypass Gástrico?

A cirurgia Mista pode ser feita com ou sem anel. O procedimento pode ser por via laparoscópica (pequenos furos) ou através de uma incisão abdominal. É feita a construção de um novo e pequeno estômago (gastroplastia), através da colocação de anel de contenção, por onde o alimento passa diretamente para uma alça do intestino.



A cirurgia de Bypass gástrico provoca intolerância a doces?

Pode haver ter intolerância aos alimentos doces e gordurosos, conhecida como Síndrome de Dumping. Para evitar sintomas desagradáveis o paciente deve ter uma restrição dietética moderada.



Que benefícios a cirurgia Mista ou Bypass gástrico traz ao paciente?

Além de o paciente ficar saciado com menor quantidade de alimento, com a cirurgia Mista ou Capella ele tem uma rápida perda de peso (cerca de 70 % do excesso de peso), o que acarreta em excelente resolução das doenças associadas.



Tempo médio: 120 minutos



Anestesia: geral



Tempo de internação: 3 dias



Cuidados pós-cirúrgicos: dieta líquida seguida de dieta pastosa nos primeiros 30 dias e sob orientação médica.



Cuidados: acompanhamento médico periódico, tratamento multidisciplinar com psicólogo, nutricionista, endocrinologista e educador físico, mudança no estilo de vida e reeducação alimentar






Gastroplastia tipo bypass gástrico em Y de Roux (Cirurgia de Fobi-Capella, Wittgrove): estas técnicas diferem em poucos detalhes apenas. É um procedimento misto, ou seja,combina restritivo com disabsortivo. É realizado o grampeamento do estômago criando um reservatório de aproximadamente 30 a 50 ml e o desvio de cerca de 2 metros do intestino delgado (fino). Com isso, ocorre a restrição da quantidade de alimento que o paciente pode ingerir e também o retardo da mistura desse alimento com os sucos digestivos (bile e suco pancreático) para evitar a absorção calórica completa. O restante do estômago e do intestino não são retirados, são apenas excluídos do contato com os alimentos. Em alguns casos pode-se colocar um anel no novo estômago para diminui ainda mais a ingestão dos alimentos.

Vantagens:

a-) Perda de peso adequada e duradoura nos pacientes obedientes;
b-) Melhora de cerca de 96% das doenças associadas à obesidade como hipertensão arterial, diabetes tipo II (84%), apnéia do sono (ronco), dor nas costas e pernas (artropatias), dislipidemia (colesterol e triglicerídeos) e da depressão;
c-) Após 1 ano da cirurgia, os pacientes perdem em média 35% do seu peso ou até 77% do excesso de peso.

Riscos:

a-) Baixa absorção de ferro (anemia ferropriva) e cálcio (osteopenia e osteoporose) devido ao desvio do duodeno na cirurgia. Isto pode ser evitado com suplementação adequada, boa ingesta nutricional e retornos freqüentes com o cirurgião no pós-operatório;
b-) Anemia por falta de vitamina B12. Injeções ou pílulas podem resolver esta deficiência;
c-) Síndrome de "Dumping", quando o paciente ingere grande quantidade de comida ou alimentos ricos em açúcar;
d-) Úlcera e estenose (fechamento) da saída do novo estômago;
e-) Fístula: extravasamento do conteúdo do estômago ou intestino para o abdômen ou para a pele.

Métodos de Cirurgia

MÉTODOS DE CIRURGIA


A gastroplastia pode ser realizada por meio de dois métodos: cirurgia aberta ou por videolaparascopia.







VIDEOLAPARASCOPIA

No caso da Videolaparascopia, são feitos 4 a 6 portais (incisões de 5 e 10 mm) no abdome do paciente. O médico opera manejando instrumentos que possuem uma pequena câmera de vídeo.

A sala de cirurgia é cercada por monitores de televisão, onde são projetadas as imagens internas do corpo do paciente.

É uma operação menos agressiva e de recuperação mais rápida, visto que o paciente sofre menos trauma nos tecidos e músculos, com cortes muito pequenos.

A cirurgia bariátrica implica alguns riscos como qualquer outra cirurgia. Mas, como estamos especificando a de estômago. Vamos enumerar algumas possiveis complicações que essa cirurgia pode promover….

DURANTE A CIRURGIA OU NOS DIAS SEGUINTE

- Fístulas: Abertura dos grampos utilizados para separar o estômago e vazamento do líquido existente dentro do estômago. As fistulas podem ocorrer até o décimo dia após a operação.
- Embolia Pulmonar: São coágulos nas veias, que ficam parados por muito tempo durante a cirurgia. Esses coágulos podem causar a morte se forem levados pela corrente sanguínea até o pulmão.
- Infecções: De parede abdominal, dentro da cavidade abdominal, pulmões, pâncreas, esofagites, podem causar a dobra do intestino, devendo o paciente ser re-operado imediatamente.
- Seromas: Vazamento de líquido do pulmão para outras áreas do corpo.
– Parada Respiratória
- Parada Cardíaca
- Retirada do baço em caso de sangramento
- Complicações com a anestesia.

PERÍODO POSTERIOR À CIRURGIA

- Queda de cabelos:
- Mal estar, tonteiras, anemias, dores articulares…: Causadas pela falta de vitaminas, no caso das cirurgias de má-absorção. Isso se regulariza com o tempo e injerindo vitaminas como Centrum, Citoneurin, Rubranova, entre outras que serão receitadas pelo seu médico.
- Vômitos e diarréia
- Intolerância a certos alimentos.
- Síndrome de Dumping:
- Hérnias
- Gases: Resolve-se com remédios.
- Dores no corte da cirurgia (em caso de ciurgia aberta): Passa em alguns dias. O médico recomenda analgésico.
- Dores na região do fígado: É causada pelo “afastador” (um material que suspende o fígado durante a cirurgia para que ele não atrapalhe na visão dos órgãos).
- Estenose: Estreitamento do esôfago impedindo a passagem natural dos alimentos para o estômago. A comida retorna a boca através de ânsias de vômitos. É necessária a Endoscopia para fazer o alargamento deste canal.



CIRURGIA ABERTA

A cirurgia aberta, ou Laparotomia, trata-se de uma incisão ( corte ) no abdome de 10 até 15 cm (corte vertical um pouco abaixo dos seios até o umbigo). O cirurgião atua diretamente sobre os órgãos, com uma visão ampla e direta.

A recuperação é mais lenta e de maior cuidado, podendo o paciente acordar com dores no corte ou senti-las mais tarde. A cicatriz é grande e pode ser retirada atraves de cirurgias plásticas, mais tarde.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Reunião



Ontem na reunião houve um clima pesado. Alguns operados falaram, uns acharam q o pós seria bem pior mas que acabou sendo mais fácil que imaginavam, mas teve um moço q sofreu muito c a cirurgia dele, e para ajudar ele ficou num quarto c uma pessoa q teve todas as complicações possíveis. Esse moço caiu de paraquedas na cirurgia (opera ou opera) nem deu tempo p ele amadurecer a idéia, mesmo ele dizendo q não se arrependeu da cirurgia e q faria novamente ele foi ríspido e até admitiu que se soubesse como seria não teria feito. Nisso uma outra pessoa bem abalada falou p o Dr. como fica a cabeça de uma pessoa q está pensando em operar e escuta pessoas radiantes c a sua cirurgia e ouvi aquele moço falar daquela forma (o cara já chorando). Sabe confesso q achei a mesma coisa, mas sou tímida e falei pouco. Já a trás de mim tinha um senhor de 45 anos, bem esclarecido e confiante, falou muitooooo sobre procedimentos e coisas q tenho a mesma opinião que ele.

Amigas de grampo q me fazem companhia

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TABELA XAN

115 kg 03/02/2012 imc 42 manequim 52

110 kg 08/02/2012

105 kg 23/02/2012

102 kg 02/03/2012 imc 37

98 kg 19/03/2012 -17 kg em 45 dias

95 kg 15/04/2012 manequim 48

93 kg 02/05/2012 imc 34 obesidade grau I em 90 dias

91 kg 10/05/2012

91 kg 05/06/2012 platô sai de mim :(

89 kg 09/06/2012

87 kg 18/06/2012 imc 32

85 kg 02/07/2012 -30 kg faltam 10 kg p minha meta

84 kg 03/08/2012 (férias) - manequim 46

82 kg 08/08/2012 imc 30

81 kg 06/09/2012

10/09/2012 A CASA CAIU, GANHEI 1 KG NO FERIADO

13/09/2012 UFA JÁ PERDI ESSE QUILINHO

81 kg 03/10/2012 0 kg :(

80 kg 10/10/2012 - 35 kg

80 kg 05/11/2012 imc 29 sobre peso

79 kg 13/11/2012 dor de garganta

78 kg 14/11/2012

77 kg 30/12/2012

76 kg 04/02/2013

:( engordei 1 kg no Carnaval


75 kg MINHA META

73 kg META da gastro e 5 kg c a plástica = 68 kg


1º mês 13 kg - 2º mês 4 kg - 3º mês 5kg - 4º mês 2 kg - 5º mês 6 kg - 6º mês 1 kg - 7º mês 3 kg - 8º mês 0 kg - 9º mês 1 kg - 10º mês 2 kg - 11º mês 1 kg - 12º mês 1 kg